domingo, 23 de outubro de 2011

O paradoxo do acordo de Shalit

Gilad Shalit = 1.027 prisioneiros palestinos
(sendo 279 condenados à prisão perpétua).



Publicado no Word of Life Israel

"Este é um dia de grande celebração. Este é um dia de grande tristeza". O acordo de irá trocar 1027 prisioneiros árabes palestinos, todos terroristas ou pessoas suspeitas de terrorismo, e aguardando a sua sentença, pelo soldado israelense Shalit foi finalizado na quinta-feira da semana passada e foi aprovado pelo governo na noite de terça-feira com uma maioria de vinte e seis contra três. Netanyahu, que já escreveu livros dizendo que acordos como este só cedem ao terrorismo e só levarão a mais terrorismo, pressionou para o acordo. Os três ministros que votaram contra foram Avigdor Lieberman, Uzi Landau, e Moshe Ya'alon. Landau disse que “o acordo é uma grande vitória para o terrorismo e fere a dissuasão e segurança de Israel”. Em defesa do acordo, Netanyahu disse: “Há uma tensão inerente entre o desejo de trazer de volta um soldado sequestrado, ou cidadão, e a necessidade de manter a segurança dos cidadãos de Israel. Esta é a minha dupla responsabilidade como primeiro-ministro... não quero esconder a verdade de vocês – é uma decisão muito difícil. Eu sinto pelas famílias das vítimas do terror".
As negociações foram feitas no Cairo e, possivelmente, em Berlim, sob o patrocínio egípcio e alemão. Os últimos detalhes foram finalizados em uma conversa telefônica entre Netanyahu e o chefe da agência de inteligência egípcia. Yoram Cohen, chefe da agência de inteligência interna de Israel, o Shin Bet, aprovou o acordo. Seu antecessor, Meir Dagan, opôs-se firmemente a um acordo durante o seu período, mas, de acordo com relatórios, o Hamas suavizou suas exigências durante as últimas negociações. Como parte do acordo, 40 dos 1027 terroristas serão enviados para o exterior enquanto o resto vai ser enviado ou para Gaza ou para a Judeia e Samaria (Cisjordânia). Seis árabes israelenses voltarão a Jerusalém Oriental. A libertação ocorrerá em duas etapas, com Shalit e 450 terroristas sendo liberados na primeira fase. Já que famílias de vítimas do terrorismo provavelmente irão recorrer à Suprema Corte contra a libertação dos terroristas, o procedimento legal vai atrasar o processo em alguns dias. Comentário: este é um dia de grande celebração – e é um dia de grande tristeza. A seguinte observação explica o paradoxo: um ato israelense causa celebração entre terroristas; um ato israelense faz os inimigos e assassinos de Israel se alegrarem. Isto dá motivo para alguma séria reflexão.
Após o anúncio do acordo, os membros do Hamas saíram pelas ruas de Gaza e dispararam para o ar. Agora eles estão organizando grandes festas de celebração. O líder do Hamas em Damasco, Khaled Mashaal, prometeu que as pessoas libertadas irão “retornar à luta” – eufemismo dele para “terrorismo”. Seu comparsa na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, disse que “este é um momento histórico de grande vitória". Então, a quem eles estão celebrando? Eles estão celebrando Ibrahim Hamed, ex-chefe de operações de terror do Hamas na Judeia e Samaria. Hamed é responsável por planejar o assassinato de noventa israelenses, incluindo o atentado a bomba ao Coffe Moment em março de 2002, matando onze pessoas; o atentado a bomba na Universidade Hebraica, em julho daquele ano, matando nove pessoas; os atentados na Praça Sião em Jerusalém, em 2001, matando onze, e outros tantos ataques. Eles estão celebrando Ahlam Tamimi, que levou o homem-bomba que atacou a pizzaria Sbarro na Rua Jaffa, em agosto de 2001, matando quinze. Eles estão celebrando Amna Muna, a jovem que atraiu Rachum Ophir, de 16 anos, a Ramallah, onde dois dos amigos dela mataram o jovem com 28 tiros. Estes são os heróis do Hamas.
No total, os terroristas prestes a serem libertados são responsáveis por 599 assassinatos e milhares de pessoas mutiladas e feridas, muitas delas para a vida toda. Duzentos e oitenta dos terroristas são assassinos; 450 estiveram envolvidos em ataques sérios, enquanto os outros foram envolvidos em ataques que Israel caracteriza como menos graves, como por exemplo, lançamento de pedras. Duas semanas atrás, esses lançamentos de pedras “menos graves” levaram à morte de Asher Palmer e de seu filho de dois anos de idade, Jonathan. Com base nisso, é desanimador registrar a facilidade com que as agências de imprensa em todo o mundo relatam o acordo. A BBC, como é de sua política indefensável, se recusa a chamar essas pessoas de “terroristas” e fala em “militantes palestinos”. A Associated Press diz que eles têm sido “acusados de atividade militante”. Em nenhum lugar há uma discussão sobre o trauma profundo que Israel está passando na libertação desses assassinos. Se o mundo segue seu curso normal, a mídia internacional irá, em poucos dias, relatar as cenas alegres e comoventes de quando essas pessoas voltarem para suas famílias – e nenhuma palavra vai ser dita sobre o dia em que eles partiram; o dia em que eles foram para a sua missão assassina.
Tão preocupante quanto isso, é que em nenhuma parte da mídia internacional há uma discussão sobre o problemático enfraquecimento do sistema judicial que tal libertação causa. Esses terroristas foram condenados de acordo com o devido processo legal. Provas foram feitas contra eles provando sua atividade criminosa. Agora, eles são libertados, e, nisto, pontos de interrogação são colocados no princípio de punição legal. Motivações de Israel para fazer isso são claras, mas por que o mundo silenciosamente encoraja isso? Tudo isso poderia não ter sido necessário se a comunidade internacional tivesse agido decisivamente em um estágio anterior. Mas quando nação após nação começa a se envolver com o Hamas e dar legitimidade a essa organização terrorista, enquanto atos da organização – para não dizer sua própria essência, são inegáveis violações do direito internacional, por que eles deveriam mudar os métodos? Quando a ONU se recusa a usar os músculos para forçar o Hamas a respeitar o direito internacional e as organizações de direitos humanos como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional mais ou menos ignoram a questão, como podemos esperar resultados? Na falta de apoio internacional, Netanyahu fez o que ele sentia que tinha que fazer. O mundo não é perfeito e às vezes transigências precisam ser implementadas – mas isso não é uma vitória para o mundo democrático!
A maioria dos comentaristas concorda que este acordo vai fortalecer o Hamas e enfraquecer o Fatah. E eles provavelmente estão certos. A popularidade do Hamas nas ruas vai ser incentivada e sua rede terrorista reforçada. Mas em longo prazo isso importa pouco para Israel. Tanto o Hamas quanto o Fatah têm um objetivo declarado de destruir o Estado judeu – é apenas uma questão de métodos. A primeira escolha do Hamas é o terror, e a primeira escolha do Fatah no momento é a diplomacia. Israel está aprendendo a lidar com ambos. Os israelenses deveriam se unir na comemoração com a família Shalit. Apesar do trauma de liberar assassinos e o que isso pode levar no futuro, o acordo revela o quanto a sociedade estima a vida de um soldado. Agora, os olhos devem se concentrar sobre o futuro. Usando uma máxima do vocabulário de Ben Gurion, Israel deve combater o terrorismo como se não houvesse nenhum acordo e implementar o acordo como se não houvesse nenhum terrorismo. Haverá, e com razão, opiniões divididas sobre esta questão. Mas o mais importante é olhar em frente e ver o que pode ser feito na frente legal, na frente diplomática, com a inteligência, pelos militares, e com outros meios disponíveis para impedir o Hamas de cumprir sua promessa de sequestrar mais israelenses.

FONTE:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BEN GURION E A CRIAÇÃO DO ESTADO JUDEU

Logo após a criação do Estado Judeu, várias nações na região nos atacaram, mas Israel conseguiu deter aqueles que queriam a nossa destruição. Todah Elohim! (Graças a Deus!)


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Simchat Torá




Simcha Torah com o rabino Chaim Broner




Fonte:

FIERJ TV 1.260 - Comunidade na TV - Mitzva

Simchat Torá



União e igualdade de direitos são temas-chave de Shemini Atsêret e Simchat Torá, datas nas quais nos alegramos com a Torá.
A melhor maneira de celebrar Simchat Torá seria dedicar os dois dias à leitura da Torá. Mas é justamente o contrário que ocorre. Todos os judeus, sem exceção, pegam a Torá fechada e dançam com ela nos braços.
O ato encerra uma grande lição: se os festejos fossem realizados com a Torá aberta, com sua leitura, haveria distinções entre um judeu e outro, pois a compreensão e o conhecimento de cada um são diferentes. Com a Torá fechada, mostramos a união e a igualdade de todos os judeus, unidos pela mesma alegria. O texto não é lido, mas todos sabem que é algo precioso e, por isso, dançam juntos e em total alegria.

Le
is e Costumes: 

Hacafot
O alegre clima de Simchat Torá são as hakafot, danças em círculos (lit. círculos), durante as quais dançamos e cantamos segurando os Rolos da Torá.1 Nas palavras de um mestre chassídico: “Em Simchat Torá os Rolos de Torá querem dançar, portanto nos tornamos seus pés.”

As hacafot são memoráveis, certamente um dos pontos altos do Calendário Judaico. É um evento apropriado também para crianças; elas não devem ser deixadas em casa! E você vai querer ‘estacionar’ aqueles sapatos formais desconfortáveis ao participar desta festa; os calçados confortáveis (embora devam ser elegantes em honra à festa) são mais adequados para esta ocasião.

Os mestres chassídicos explicam que as Torot são enroladas fechadas e envoltas nos mantos de veludo durante as hakafot. Não celebramos nos sentando e estudando as palavras sagradas da Torá. Isso porque a celebração abrange cada judeu, não importa seu nível de erudição ou capacidade para compreender e interpretar as palavras da Torá. A Torá é o legado de todo judeu – o bebê de um dia é tão conectado com a Torá como o venerado sábio – e todo judeu tem o mesmo direito de celebrar este dia tão alegre e especial.

Passo a passo

As hakafot são celebradas na véspera de Simchat Torá e novamente na manhã seguinte. Nas comunidades chassídicas, hakafot são também conduzidas na véspera de Shemini Atseret.2 As hakafot da noite seguem a amidá das preces da noite festiva; e as da manhã precedem imediatamente a leitura da parashá final da Torá.

Antes de começar a dança, um conjunto de dezessete versículos, chamado Atá Há’raita, é cantado três vezes. Tradicionalmente, membros da congregação são homenageados liderando a congregação na recitação desses versículos; em sinagogas onde há muito mais congregantes que versículos, é costume “leiloar” as homenagens, com a renda sendo destinada para tsedacá, caridade.

Após o término da Atá Há’raita, é costume Chabad, instituído pelo Rebe, cantar o seguinte versículo (Bereshit 28:14): “E tua semente será como o pó da terra, e ganharás força a oeste e leste, a norte e a sul; e através de ti serão abençoadas todas as famílias da terra e através da tua semente.”3

Todos os Rolos de Torá são então retirados da Arca.4 Segundo o Zohar, as coroas da Torá não devem ser retiradas, mas sim permanecer nos rolos durante toda a dança. Membros da congregação são homenageados com o direito de segurar os rolos (um Rolo de Torá deve ser sempre segurado sobre o ombro direito), e o líder leva a procissão ao redor da bimá (mesa de leitura da Torá), enquanto entoa preces breves implorando sucesso e liberdade a D'us, com a congregação respondendo de acordo. Isso é seguido por cantos e danças, com os Rolos da Torá geralmente sendo passados de pessoa em pessoa, permitindo que todos tenham a chance de ser “os pés da Torá”. As crianças, também, tomam parte nesta alegria, tradicionalmente dançando com bandeiras especiais de Simchat Torá, e com frequência recebem o privilégio de assistir às danças sentadas nos ombros de seu pai.

Este procedimento é seguido sete vezes – sete hakafot. Após cada hakafá (termo no singular) o gabai da sinagoga anuncia: “Ad kan hakafá…” (“Chegamos à conclusão da hakafá número x”); os Rolos de Torá então são devolvidos à Arca, e começa a próxima hakafá (geralmente com um grupo diferente de pessoas segurando as Torot, e com uma nova pessoa líderando o grupo).

O procedimento para as hakafot na manhã de Simchat Torá é ligeiramente diferente. Segundo o costume Chabad, são feitos três circuitos e meio ao redor da bimá, com as preces para cada hakafá sendo recitadas no decorrer da metade de um circuito. Todas as sete hakafot são realizadas em sucessão sem ser interrompidas (o gabai não anuncia “Ad kan…”), e então são seguidos por uma sessão prolongada de cantos e danças com a Torá.

Notas

1 – Embora o ideal seja que as hakafot sejam realizadas com um minyan (quorum de dez homens adultos), este não é um pré-requisito necessário; todas as hakafot podem ser realizadas mesmo na ausência de um minyan.

2 – Em algumas comunidades chassídicas, também são realizadas hakafot no dia de Shemini Atseret. Este, porém, é um costume relativamente incomum.

3 – Em Simchat Torá de um Ano Hakhel, é costume cantar o seguinte versículo (Yirmiyahu 31:7): “Vejam, eu os trarei da terra do norte e os reunirei dos cantos mais longínquos da terra, os cegos e os mancos dentre eles, as mulheres grávidas e aquela que deu à luz todos juntos; uma grande congregação retornará aqui.”

4 – Em algumas comunidades, é costume colocar uma vela acesa na Arca aberta durante as hakafot. Este, no entanto, não é o costume Chabad.
Leitura da Torá:Em Simchat Torá ("Júbilo da Torá") concluímos, e recomeçamos o ciclo anual de leitura da Torá. O evento é marcado com muita alegria, e "hacafot", feita na véspera e na manhã de Simchat Torá, na qual dançamos com os Rolos de Torá ao redor da bimá. Durante a leitura de hoje da Torá, todos, incluindo crianças abaixo da idade de bar-mitsvá, são chamados à Torá; assim a leitura é feita inúmeras vezes, para que todos recitem a bênção sobre a Torá neste dia.
Vzot Haberachah (Deut. 33-34)
Três rolos são tirados da Arca para leitura. No primeiro, a última porção da Torá - Vezot Haberachá - é lida e relida muitas vezes, até que todos tenham sido chamados à Torá. Então meninos que ainda não tem Bar-mitsvá (não completaram treze anos) são chamados à Torá juntamente com um membro destacado da sinagoga. Em seguida a bênção "Hamalach hagoel" (O Anjo que redime) com a qual Yaacov (Jacó), abençoou os filhos de Yossef (José), é pronunciada em nome dos meninos.
Para a porção de encerramento chama-se alguém de destaque que recebe a denominação de "Noivo da Torá". Outro membro é então convocado para a primeira porção de Bereshit, que é lida no segundo Rolo da Torá e é denominado "Noivo de Bereshit".
Finalmente o Maftir, trecho dos profetas que acompanha a leitura da Torá, é lido no terceiro Rolo da Torá. Dessa maneira, a leitura da Torá prossegue porção por porção durante o ano todo, durante todas as épocas, em um eterno ciclo que quando parece se encerrar, logo depois recomeça ininterruptamente.
Isto mostra que não há fim na Torá, que deve ser lida e estudada constantemente, mais e mais, pois a Torá, como o próprio D'us que a deu para nós, é imorredoura. Cumprindo-a, nosso povo forma o terceiro elo na eterna união entre D'us, a Torá e Israel.


FONTE:


F

terça-feira, 18 de outubro de 2011

"Espero que este acordo leve à paz entre palestinos e israelenses e que isso ajude na cooperação entre os dois lados"

De Gilad Shalit em entrevista
concedida à televisão oficial do Egito



Depois de 5 anos e 4 meses como refém do Hamas, Gilad Shalitse encontrou com sua família em Israel. Nas primeiras imagens,divulgadas pela BBC, o israelense aparece usando roupas civis:está de boné, camiseta pólo e sem barba. De acordo com
as autoridades israelenses, ele está “bem e saudável”.
Gilad e seu pai, Noam Shalit
Na entrevista concedida à televisão oficial do Egito,
Shalit afirmou que foi bem tratado e que foi informado
sobre a libertação há uma semana. Veja o vídeo.
Gilad Shalit já com o uniforme do Exército de Israel.
Oficiais das Forças de Defesa de Israel se emocionaram
durante transmissão da libertação de Gilad Shalit.


Gilad Shalit = 1.027 prisioneiros palestinos
(sendo 279 condenados à prisão perpétua).
O Benjamim Netanyahu, primeiro-ministro de Israel (na foto
com Gilad Shalit), fez duas exigências para que o acordo fosse
fechado: que as lideranças do Hamas permanecessem na prisão e
que a maioria dos prisioneiros não ficasse na Cisjordânia. Ele afirmou:

“Aqui em Israel nós não estamos celebrando a volta de
assassinos condenados. Apesar do alto preço pago pela
libertação de Shalit, sua volta é uma bênção para Israel”.
Você considera que a decisão do governo israelense foi:
1) Justa 2) Acertada 3) Racional 4) Emotiva 5) Desproporcional
6) Todas as alternativas anteriores

7) Não havia outra opção melhor...

8) Arriscada (aumentará o número de novos atentados/sequestros)

fonte:

sábado, 15 de outubro de 2011

Shenini Atsêret - 20 de outubro, 2011 – 22 de Tishrei


Em conexão com a festa de Shemini Atsêret (o Oitavo Dia de Assembléia), nossos Sábios nos contam uma bela parábola:
Um rei certa vez promoveu uma grande festa e convidou príncipes e princesas a quem apreciava muito para seu palácio. Tendo passado vários dias juntos, os hóspedes prepararam-se para ir embora. Porém o rei lhes disse: "Peço-lhe, fiquem mais um dia comigo, é difícil ficar longe de vocês!"
Assim acontece conosco, nossos Sábios concluem a parábola. Passamos muitos dias felizes na sinagoga. D'us deseja nos ver por mais um dia na sinagoga, e por isso Ele nos concede uma festa adicional - Shemini Atsêret.
Em algumas congregações é costume fazer Hacafot (danças com a Torá) na noite de Shemini Atsêret, assim como na noite de Simchat Torá.
Ainda fazemos nossas refeições na sucá em Shemini Atsêret, embora sem a bênção Leshev Basucá.
Sucot é a Festa da Colheita quando a produção dos campos era colhida e o dízimo era separado, de acordo com o mandamento da Torá, e dado aos levitas e aos pobres. A leitura da Torá no Serviço Matinal de Shemini Atsêret fala do mandamento de dar o dízimo.
O serviço de Mussaf, Prece Adicional, é assinalado pela prece especial com pedidos para que haja chuva.
Leis e Costumes:
É a prática em muitas comunidades zir "hacafot" e dança com os – e este é o costume Chabad – condu Rolos de Torá também na véspera de Shemini Atsêret.Na prece de Mussaf começamos a inserir a frase "mashiv haruach umorid hageshem" ("quem faz o vento soprar e traz a chuva") nas nossas preces diárias (como continuaremos a fazer durante o inverno, até o 1º dia de Pêssach).
Hinos especiais sobre a chuva e a água são acrescentados à Mussaf em honra da ocasião.
Yizcor é recitado hoje após a leitura da Torá.
Hacafot
Após Arvit, Prece Noturna, e o kidush, prece sobre o vinho, faz-se as Hacafot (danças com a Torá), recitando-se preces especiais e tirando-se da Arca todos os Rolos da Torá, que então passam a ser carregados ao redor da Bimá (mesa onde é colocada a Torá para a leitura) em sete voltas.
Todos recebem a honra de carregar a Torá. As crianças juntam-se também à celebração e diversão, e acompanham a "coreografia" ao redor da Bimá carregando bandeirolas de Simchat Torá.
As Hacafot são repetidas novamente durante o Serviço Matinal, com o mesmo grau de alegria.
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Fonte: